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Vários aviões de combate norte-americanos despenharam-se, esta segunda-feira, no Kuwait, mas as tripulações sobreviveram, declarou o Ministério da Defesa do Kuwait, no terceiro dia de guerra.
"As autoridades competentes iniciaram de imediato as operações de busca e salvamento e procederam à retirada das tripulações, transferindo-as para o hospital", informou o porta-voz do ministério que não especificou o número de aparelhos envolvidos.
A causa do acidente não foi especificada.
The crash of an American military aircraft in Kuwait.
- Still Learning (@Still_learner) March 2, 2026
The first F-15 in history to be shot down. The American plane was shot down over Kuwait.#Dubai #Kuwaitattack #IranWar pic.twitter.com/ptZrna4Kvr
O Ministério da Defesa do Kuwait acrescentou que as "autoridades competentes" estão a investigar as causas do incidente e pediu aos cidadãos do emirado e aos meios de comunicação social locais que procurem informações em fontes oficiais.
Entretanto, os meios de comunicação iranianos noticiaram hoje a queda de um caça bombardeiro F-15 norte-americano que tentava atacar território iraniano e que se terá despenhado no Kuwait.
O Irão anunciou também que várias aeronaves norte-americanas "caíram hoje", referindo que as tripulações sobreviveram.
"Um caça F-15 das forças armadas norte-americanas, que tentava violar o espaço aéreo do país~(Irão), foi atingido", declarou a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana.
A agência iraniana indicou que os destroços da aeronave caíram no Kuwait.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou "eliminar ameaças iminentes" do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como "ameaça existencial".
O Irão já confirmou a morte de Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.
Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.
