
Dádivas de sangue caem para mínimos da década
Pedro Granadeiro/Global Imagens
Em 2022 houve menos dádivas e dadores e este ano segue a mesma linha, numa tendência que se agrava na última década. Reservas recuperaram na semana passada, mas regresso de férias exige esforço.
A recuperação de dadores e dádivas de sangue em 2021, impulsionada pelos jovens, foi sol de pouca dura. No ano passado, dádivas e dadores voltaram a diminuir, numa tendência que se vem agravando na última década. Os dadores estão mais velhos, estão a dar menos vezes e há mais suspensões temporárias devido ao retomar das viagens. E 2023 parece seguir o mesmo caminho. A campanha da semana passada permitiu recuperar as reservas, mas a presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), Maria Antónia Escoval, lembra que é preciso sangue todos os dias e ainda mais neste regresso de férias, quando se espera um retomar da atividade assistencial dos hospitais.
