
Educadores de infância "migram" do privado para o público
Foto: Artur Machado / Arquivo
Diferença salarial, que pode chegar aos 350 euros, é a principal razão para saírem do privado. Porto, Lisboa e Algarve são as regiões mais carenciadas.
Há cada vez mais educadores de infância a trocarem o setor privado e solidário pelo público na educação pré-escolar, principalmente devido às diferenças salariais. Se em tempos o excesso de profissionais no mercado e a pouca oferta ajudava os jardins de infância particulares a captar profissionais, o cenário agora é o oposto e esta “migração” para a rede pública tem ganho expressão, observam, ao JN, representantes da classe.
Acesso exclusivo a assinantes
Já é assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade intrusiva
Versão digital do jornal, suplementos e revistas
