
Galp negoceia com a Moeve fusão de negócios
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A ministra do Ambiente vê com bons olhos o acordo anunciado entre a Galp e a espanhola Moeve para a integração dos seus negócios de refinação e processamento de petróleo na Península Ibérica, e colocou de lado um possível encerramento da refinaria de Sines. É a primeira declaração pública de um membro do Governo sobre o negócio, que pretende tornar as duas empresas num gigante ibérico de energia.
Em declarações ao JN, Maria da Graça Carvalho considerou que a fusão, a concretizar-se, "vai ser positiva para os dois lados". "Sou apologista do mercado aberto. Quem se fecha é porque tem medo", realçou, notando que a união das duas empresas traz vantagens ao nível de investimentos e, por sua vez, de crescimento e de mais criação de emprego.

