
FIlipa Guimarães irá agora utilizar os óvulos que congelou em 2015
Mário Vasa / Global Imagens
Filipa enfrentou um cancro. Aos 44 anos não desiste de ser mãe. Sem um parceiro, Ana decidiu congelar óvulos Grande maioria recorre a preservação por motivo de doença.
Filipa Guimarães viu a mãe e a tia a lutarem contra um cancro da mama. Aos 36, uma ecografia mamária veio confirmar o que temia. Antes de iniciar, em 2015, quimioterapia e terapia hormonal, uma enfermeira falou-lhe da possibilidade de congelar óvulos, uma vez que os tratamentos afetariam a sua fertilidade. “Na altura, o oncologista estava mais preocupado em tratar a doença, visto que eu era jovem, mas consegui ir a uma consulta na clínica que me encaminhou depois para a Maternidade Alfredo da Costa. Só tive uma semana para fazer a estimulação ovárica”, conta a técnica superior. Dos oito óvulos colhidos, aproveitaram cinco.
