
Mau tempo condicionou a agenda e o discurso de Seguro e Ventura
Foto: Artur Machado
Especialistas falam numa segunda volta afastada para segundo plano. E apontam imprevisíveis consequências eleitorais.
Os efeitos devastadores das depressões que têm abalado o país, sobretudo no distrito de Leiria, tiveram influência no desenrolar da campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais. "A ideia que passou da campanha é que não a houve. Foram duas semanas em chama branda e arrastada em que o mau tempo e as suas consequências se sobrepuseram a tudo o resto", resume ao JN Luís António Santos, diretor-adjunto do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (UM).

