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Aumentos das pensões não repõem poder de compra

Aumentos das pensões não repõem poder de compra

O aumento de 10 euros das pensões não serve para repor o poder de compra perdido devido ao aumento da inflação. Essa é a posição da Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI).

"A grande maioria dos reformados, pensionistas e idosos, com reformas abaixo de 1.108 euros, receberam a sua reforma com um atrativo, de retroativos de janeiro até ao 14º mês, para além do próprio 14º mês. Mas não nos podemos iludir. No próximo mês a pensão, vai voltar à verba normal que na maioria dos casos não chega para os medicamentos", sustenta o MURPI (Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos), em comunicado.

O MURPI refere-se à atualização extraordinária de 10 euros, que começou a ser paga, esta sexta-feira, aos pensionistas.

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"Todavia, os preços não deixam de aumentar, tendo a taxa de inflação em junho, em relação ao mês homólogo de 2021, atingido 8,7%, com principal incidência nos preços de energia (+31,7%) e dos bens alimentares (+11,9%)", aponta-se, num comunicado, emitido pelo Secretariado do MURPI.

Por isso, além do aumento da inflação, o MURPI questiona: "E os outros (pensionistas), que descontaram mais e por isso tem reformas acima desse valor? Não terão direito a aumento?".

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