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Crianças tratadas no IPO sem aulas desde setembro

Crianças tratadas no IPO sem aulas desde setembro

Quatro menores oriundos dos PALOP não tiveram apoio ao domicílio de docente do 1.º Ciclo. Situação ficará resolvida na segunda-feira, garante a DGEstE.

Quatro crianças estrangeiras a receber tratamento no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto estão sem aulas desde o início do ano letivo. Os menores chegaram de países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP), ao abrigo de programas de cooperação com Portugal na área da Saúde. Até ao momento, apenas tiveram apoio educativo do próprio IPO e da associação Acreditar. A Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares (DGEstE) garante que a situação ficará resolvida na próxima segunda-feira.

As crianças com doença oncológica têm direito a um regime especial de proteção na Educação que prevê, entre vários aspetos, o apoio educativo no domicílio por parte de uma escola. No caso dos quatro menores africanos - três a residir na Acreditar -, um professor do Ensino Básico teria de se deslocar às suas residências.

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