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Marcelo prevê "boa notícia" para o futebol em Portugal

Marcelo prevê "boa notícia" para o futebol em Portugal

Marcelo Rebelo de Sousa tem "uma vaga sensação" de que em agosto o país poderá ter "uma boa notícia em termos de futebol internacional". O presidente da República falou aos jornalistas antes de entrar para a segunda noite do espetáculo "Deixem o pimba em paz" e abordou outros temas da atualidade.

Sem adiantar qual seria a razão da "boas notícia", o chefe de Estado sublinhou, esta terça-feira à noite, que "o futebol apaixona muita gente". Recorde-se que o país tem sido apontado como uma hipótese para receber a final da Liga dos Campeões agendada para esse mês.

Questionado sobre o regresso dos jogos da primeira liga, Marcelo respondeu que é preciso "esperar para ver se aquilo que vai ser condensado consegue ir ao encontro de muitos apreciadores de futebol" e lembrou que a final da Taça ainda não foi agendada.

10 de junho vai ser como deviam ter sido 25 de abril e 1 de maio

À entrada para o Campo Pequeno, em Lisboa, o presidente da República frisou que as comemorações do 10 de junho vão ser como, na sua opinião, devia ter sido "o 25 de Abril e o 1.º de Maio". E que por, desta vez, ser ele a organizar a cerimónia esta vai ser "pequena" e "simbólica". No entando sublinhou que o Parlamento "esteve muito bem no 25 de Abril".

Em relação aos problemas que estão a atingir os trabalhadores do setor da cultura, por causa da pandemia, Marcelo destacou a aprovação de uma lei que prevê o pagamento de 50% dos espetáculos negociados. E apelou às autarquias para que "antes do inverno" tenham disponibilidade para reprogramar outros eventos culturais.

Marcelo Rebelo de Sousa revelou ainda que já tinha "saudades" de assistir a um espetáculo ao vivo, e que o este concerto mostra que "aos poucos, com cuidado, com precaução", se está "a regressar a uma coisa fundamental que é a cultura".

Sobre a presença do primeiro-ministro na primeira edição do concerto protagonizado pelo humorista Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, dos Clã, assegurou não ter combinado "o desencontro" com António Costa.

No final, os jornalistas ainda lhe perguntaram se tencionava regressar ao Bairro da Jamaica, no Seixal, onde existe um foco de infeção por covid-19. O presidente limitou-se a responder que foi ao local "quando as pessoas não iam e não falavam do bairro e das condições de vida", há dois anos.

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