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Parlamento debate 25 dias de férias, patrões dizem que não é tempo para isso

Parlamento debate 25 dias de férias, patrões dizem que não é tempo para isso

PCP, PAN e Livre insistem na reposição do período de descanso suspenso no tempo da troika. UGT quer voltar a ver este direito no Código do Trabalho.

A oposição de Esquerda não desiste de tentar restituir os 25 dias de férias, suspensos desde os tempos da troika, em 2012. Hoje, vão ser discutidos, no Parlamento, diplomas do PCP, do PAN e do Livre. Os sindicatos concordam mas os "patrões" ainda se opõem à medida, devido à falta de mão de obra e à atual situação económica do país.

O regresso aos 25 dias de férias está inserido em diplomas que pretendem também a instituição das 35 horas semanais no setor privado, em nome da igualdade. "A redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais colocaria a necessidade de mais 440 mil trabalhadores", sublinha o PCP, num projeto de lei onde também pede o regresso aos 25 dias de férias anuais.

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