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Processo em tribunal para travar aulas de cidadania

Processo em tribunal para travar aulas de cidadania

Durante dois anos, pais recusaram que filhos de 12 e 14 anos frequentassem a disciplina, o que motivou queixa na CPCJ. Ministério manda repetir ciclos.

Uma família de Famalicão promete ir "até às últimas consequências" para garantir que dois dos seus seis filhos transitam de ano sem frequentar a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. Evocam objeção de consciência e o direito de ensinar aos filhos "tudo o que tenha a ver com a perspetiva do valor da vida". O Ministério da Educação não aceita e diz que disciplina é obrigatória.

Após dois anos de faltas injustificadas à disciplina - o que motivou, em 2019, uma participação à Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco feita pela Escola Camilo Castelo Branco - os pais foram informados, em fevereiro, da decisão de João Costa, secretário de Estado da Educação: os alunos têm que voltar aos anos de início de ciclo e frequentarem a disciplina. Na prática recuariam dois anos.

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