
Em 2022, a Ucrânia venceu o concurso numa clara manifestação de apoio contra a invasão de que foi alvo. A Rússia continua até hoje fora da lista de participantes
A Eurovisão não é apenas um palco de música, é uma arena política, de combate, de luta, de resistência, de valores - há histórias que o comprovam. A participação de Israel ergueu boicotes em cinco países como sinal de protesto. Há vozes e há silêncios. Em Portugal, há uma petição, um comunicado de cantores, e a presença garantida em Viena. A canção é ou não é uma arma?
Ninguém sabe o que acontecerá entre os dias 12 e 16 de maio deste ano em Viena de Áustria na 70.ª edição do Festival da Eurovisão da Canção. O número é redondo, 70 anos de vida, de celebração da música, fala-se de um novo logótipo e de uma identidade visual fresca para assinalar a data, sete décadas. O que se sabe é que cinco países não pisarão esse palco em protesto pela participação de Israel. Com tudo o que isso implica, com tudo o que isso significa.
