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Mariana Mortágua

A política mesquinha também contribui para grandes desastres

"É importante que na sociedade portuguesa não se escondam acontecimentos como estes, que não sejam mascarados ou trivializados, sendo, antes, devidamente valorizados. É importante que na sociedade portuguesa se aprofunde o debate sobre o racismo". São as palavras de Carlos César, líder parlamentar do PS, em junho de 2018, quando uma jovem negra foi vítima de um violento ataque racista no Porto por um segurança privado. Na altura, também a atuação da PSP foi alvo de inquérito por alegada inação.

Mariana Mortágua

O caso dos dois relatórios

Nos arquivos do Governo está um relatório, de janeiro de 2012, sobre as rendas excessivas da energia e com propostas para a sua correção. Mas esse relatório, de Henrique Gomes, então secretário de Estado da Energia, acabou por não chegar à troika como previsto. Em causa estavam medidas que o secretário de Estado defendia, mesmo já depois de ter sido derrotado no Conselho de Ministros na sua proposta de contribuição sobre o setor elétrico, travada por Passos Coelho para valorizar a privatização da EDP.

Mariana Mortágua

O crime não pode compensar

Foi durante a Comissão de Inquérito ao BES que Luís Horta e Costa, antigo administrador da ESCOM, explicou o paradeiro da comissão de €27 milhões que a sua empresa recebeu por ter sido intermediária na compra de dois submarinos pelo Estado português. Sabia-se que 5 milhões tinham sido entregues à família Espírito Santo e 16 milhões aos administradores da própria ESCOM. Foi com espanto que a Comissão ouviu de Horta e Costa que os outros 6 milhões tinham sido "investidos" a montar um esquema de ocultação e fuga ao Fisco, que envolvia fundos e contas bancárias offshore para todos os gostos. Faltava então saber como voltou o dinheiro a Portugal. Horta e Costa explicou: "Há uma lei aprovada aqui na Assembleia da República, e foi essa que a gente aproveitou".

Mariana Mortágua

Mentiródio

Hillary Clinton, candidata à presidência dos EUA, envolvida em rituais demoníacos e redes de pedofilia. Dilma Rousseff, antiga presidente do Brasil, associada a atos terroristas. Haddad, atual candidato à presidência do Brasil, a distribuir "kits gay" a crianças de seis anos. Todas estas e muito mais histórias circularam milhões de vezes nas redes sociais americanas e brasileiras, ajudando a promover Trump e Bolsonaro. Todas estas históricas têm uma coisa em comum: são mentira.