Associação luso-ucraniana de Braga mandou brinquedos e guloseimas para as crianças de Odessa

Almoço de confraternização realizado em Braga.
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A Associação Luso-Ucraniana de Braga transportou, em dezembro, para a Ucrânia, mais de uma centena de jogos infantis e brinquedos, e centenas de guloseimas e chocolates, maioritariamente oferecidos por alunos da Escola Básica de Prado, em Vila Verde, aos seus colegas de Odessa.
O presidente do organismo, Abraão Veloso, disse ao JN que, no período, foram ainda levados para as cidades de Karkhiv, Kherson e Dnipro grandes quantidades de medicamentos e utensílios médicos e, ainda, velas de aquecimento, agasalhos, cobertores e sacos-cama e alimentos não-perecíveis: "Tivemos doações de pessoas de todo o país, nomeadamente do Porto e de Lisboa, bem como de empresas, num movimento de solidariedade que prova que os portugueses estão com a luta dos ucranianos".
A Associação organizou, este domingo, um almoço de confraternização entre portugueses e ucranianos, que juntou 40 pessoas na Escola Secundária de Maximinos e que contou com a presença do diretor do Agrupamento de Escolas de Prado, Paulo Antunes. O evento teve, ainda, uma sessão musical a cargo de jovens imigrantes.
No final, Abraão Veloso agradeceu às ucranianas que confecionaram dois pratos típicos do país, e aos voluntários que participam em todas as ações: "2025 foi um ano irrepetível! Enviamos duas ambulâncias e um camião, geradores elétricos e milhares de produtos úteis na linha da frente", sublinhou.
Nesse sentido, apelou à participação, aos domingos, no fabrico de velas de aquecimento e pediu aos portugueses que continuem a apoiar a Ucrânia com doações. O que, - vincou - deve ser entregue na sede da Junta da União de Freguesias da Sé, Maximinos e Cividade.
E, a concluir, sublinhou: "Em Portugal temos a noção perfeita do sofrimento da Ucrânia, vítima da agressão russa. E daí a ajuda quem vamos recolhendo para minorar os problemas, sobretudo no Inverno, em que as temperaturas são negativas. E apelamos a todos para que continuem a apoiar a Ucrânia".
