Casa do Douro sem meios obriga diretores a pagar despesas do próprio bolso

Rui Paredes revela as dificuldades do primeiro ano na Casa do Douro
Foto: Leonel de Castro
A direção da Casa do Douro, sediada na Régua, continua a ter de pagar do próprio bolso despesas básicas, como luz e água. A instituição é pública e de inscrição obrigatória dos viticultores durienses, mas um ano após tomarem posse os novos diretores ainda esperam que o Governo lhe atribua as competências e as receitas previstas na lei.
"Um ano depois mantém-se tudo igual, o que de alguma forma fragiliza o nosso trabalho e a produção", desabafa, ao JN, o presidente da Casa do Douro, Rui Paredes, sem esconder algum desalento. Porque admite que a equipa que lidera não consegue trabalhar sem ter "uma retaguarda, uma estrutura profissional que dê suporte, não só à direção, mas também ao Conselho Regional de Viticultores".

