
No Norte, o defeso do polvo foi cumprido entre 17 de julho e 15 de agosto. Já lá vão mais de seis meses
Foto: Adelino Meireles
O Governo ainda não pagou nem metade dos apoios devidos aos pescadores pelo defeso do polvo. A paragem forçada para proteção da espécie foi cumprida, por zonas, entre 17 de julho e 15 de outubro.
Das 216 candidaturas submetidas apenas 100 estão pagas. Há mais de 330 mil euros por pagar. Os pescadores lamentam a demora, ainda mais grave numa altura que o mau tempo deixa, todos os dias, milhares em terra há quase dois meses. O Ministério da Agricultura e Mar garante que está a fazer "todos os esforços" para acelerar.
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