
Diddy cumpre pena na prisão federal de Fort Dix, estado de Nova Jérsei, nos Estados Unidos
Foto: AFP
Na prisão, o músico e produtor norte‑americano Sean "Diddy" Combs desfez‑se do seu jato particular, um Gulfstream G550 com pintura preta fosca, em outubro de 2025, cerca de seis meses depois de ter sido condenado por duas acusações ligadas a prostituição nos Estados Unidos.
O negócio só agora veio a público, mas o rapper e produtor Sean "Diddy" Combs, de 56 anos, concretizou a venda do seu jato particular em outubro de 2025. A transação acontece cerca de seis meses depois de Combs ter sido condenado num tribunal federal nos Estados Unidos pelo crime de transporte interestadual para fins de prostituição, uma das acusações previstas na lei.
Registos da Federal Aviation Administration mostram que o Gulfstream G550, construído em 2015 e registado anteriormente em nome da LoveAir LLC, empresa ligada a Combs, passou para um novo proprietário, com o novo prefixo T7‑OKS registado em San Marino.
O avião, reconhecido pelo acabamento preto fosco e interior em tons bege, tem capacidade para 14 passageiros e sistema de entretenimento completo. Deixou de ser gerido pela Silver Air Private Jets após a venda e era frequentemente usado pelo músico em viagens entre a Califórnia e as Caraíbas.
Prisão dita desapego
A venda do jato acontece num momento delicado na vida de Diddy, marcado pela condenação e pelo início do cumprimento da pena de prisão. O artista foi sentenciado a 50 meses de prisão pelo transporte para fins de prostituição, tendo sido absolvido de acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para formação de organização criminosa.
O valor da venda não foi divulgado, mas aeronaves semelhantes do modelo Gulfstream G550 no mercado internacional custam entre 15 e 30 milhões de dólares (cerca de 14 a 28 milhões de euros), dependendo do estado e da personalização.
Apesar de já não ter o jato, o nome de Diddy continua a gerar atenção mediática. A alienação é vista como um ajuste das suas prioridades financeiras e logísticas, num momento em que enfrenta as consequências legais das condenações.

