Presos, guardas e técnicos exigem novas regras para reclusos transgénero

Reclusos transgénero enfrentam dificuldades de adaptação
Foto: Getty Images
Os episódios violentos protagonizados, nas últimas semanas, por Raquel Teresa, reclusa a cumprir uma pena de oito anos por furtos, e que já se chamou Miguel António, chamaram a atenção para os riscos do encarceramento de pessoas transgénero e dividiram opiniões.
Representantes dos presos, guardas prisionais e técnicos de reinserção social exigem a mudança das atuais regras, enquanto especialistas em sistemas prisionais garantem que Portugal segue as melhores práticas nesta matéria. No Parlamento, a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, admitiu que a gestão de presidiários que se identificam com um género diferente do biológico envolve "desafios muito grandes". Atualmente, há quatro reclusos que já alteraram a sua identidade civil, mas estão ainda em processo de transição de género.

