
Raquel Teresa passou mais de duas décadas atrás das grades
Foto: Getty Imagens
Nasceu em 1976, em Lisboa, como Miguel António. Hoje, chama-se Raquel Teresa e, além de um nome diferente, a reclusa que está a pôr em causa algumas das regras do sistema prisional português tem um passado marcado pelo crime e sucessivas penas de prisão.
A mais grave foi decretada em França, país de onde foi expulso após uma condenação por roubo à mão armada, ameaças de morte, sequestro, detenção de arma proibida, atropelamento com fuga e condução sem habilitação legal. Ainda seria absolvido do crime de tentativa de violação de uma mulher que assaltou, mas não se livrou de uma pena de 15 anos de cadeia. Os relatórios sociais feitos ao longo dos anos salientaram problemas mentais, mas nenhum fez referência à vontade da reclusa em mudar de género.

