Doping

Glassdrive confirma buscas a ciclista, mas garante que "nada foi encontrado"

Glassdrive confirma buscas a ciclista, mas garante que "nada foi encontrado"

O diretor desportivo da Glassdrive-Q8-Anicolor confirmou ao JN que um ciclista da equipa foi alvo de buscas, esta terça-feira, a propósito da operação da Polícia Judiciária, por suspeita de uso de doping. Rúben Pereira garante que "nada foi encontrado" e que o corredor não foi constituído arguido, pelo que alinhará na 83.ª Volta a Portugal.

O diretor desportivo da Glassdrive-Q8-Anicolor sublinhou que as buscas da Polícia Judiciária do Porto, que decorreram esta terça-feira, não incidiram sobre a equipa, mas num ciclista específico. "Confirmo que há um ciclista que faz parte da nossa equipa que foi alvo de buscas, juntamente com outros ciclistas do pelotão nacional. Nada encontraram, que nem sequer foi constituído arguido no processo. Apenas foi alvo de uma busca que não resultou em nada", garantiu ao JN.

Apesar de não ter revelado a identidade do corredor implicado no processo, Rúben Pereira confirmou tratar-se de um ciclista escalado para participar na 83.ª Volta a Portugal, que começa na quinta-feira em Lisboa. "Está na equipa da Volta a Portugal, e até que haja algo em contrário, vai continuar a estar. O ciclista não tem qualquer problema. Se fosse constituído arguido era diferente", esclarece.

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A dois dias do arranque da prova mais importante do calendário velocipédico nacional, e uma semana depois de a União Ciclista Internacional (UCI) ter suspendido a equipa da W52-F. C. Porto de todas as provas de ciclismo, na sequência da operação "Prova Limpa", a Polícia Judiciária realizou buscas a vários ciclistas de pelo menos três equipas nacionais.

Francisco Campos da Efapel Cycling e Daniel Freitas da Rádio Popular-Paredes-Boavista, dois dos corredores implicados nas buscas, foram suspensos das respetivas equipas.

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