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Ocupar rés do chão vazios pode resolver problema da habitação

Ocupar rés do chão vazios pode resolver problema da habitação

"Coletivo oitoo" identifica potencial de criação de espaços de alojamento e de trabalho em pisos térreos da Invicta.

Numa altura em que comprar uma casa nova ou arrendar um espaço para trabalhar, no centro do Porto, pode atingir valores astronómicos, o "coletivo oitoo" - formado pelos arquitetos Laura Lupini, João Machado, Diogo Zenha Morais e Nuno Baptista Rodrigues - propõe "reativar a custos controlados" os rés do chão que se encontrem devolutos, dando-lhes novos usos. O modelo, além de permitir que o centro da cidade "volte a ser repovoado", oferece espaços generosos, respondendo "às necessidades das famílias grandes, mas também às de quem procura a casa-ateliê, uma habitação térrea sem obstáculos físicos ou uma casa partilhada", explicaram ao JN os arquitetos.

Foi na busca de um espaço que servisse para acolher o escritório, que João, Laura, Diogo e Nuno encontraram um antigo armazém, que estava fechado desde 1974. "Como é muito grande, foi transformado num espaço de cowork e em setembro de 2018 foi inaugurado", resumiu Laura.

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