
“Se não fomentarmos competências pessoais e emocionais de qualidade desde tenra idade, podemos crescer a associar o pedir desculpa a um conjunto de preconceitos negativos que atrapalham a experiência”, reconhece Filipa Jardi
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Admitir um erro e procurar perdão nem sempre é fácil. As características narcísicas, a baixa autoestima e certas experiências de vida servem frequentemente de entrave. Mas é algo que pode (e deve) ser trabalhado.
Em casa, no trabalho, numa relação a dois ou numa amizade de longa data, já todos experimentámos a frustração que vem com o pedido de desculpas que não chega - mesmo que seja para nós óbvio que o merecemos. Ou então a sensação oposta: o peso na consciência por algo que fizemos errado, sem que nos sintamos capazes de verbalizar uma palavra tão simples e que, por vezes, custa tanto a sair.

