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Marcelo: "Ainda fiz diligências complementares" para tentar acordo

Marcelo: "Ainda fiz diligências complementares" para tentar acordo

Sublinhando o respeito pelo funcionamento das instituições, não antecipando qualquer deliberação da Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa assegurou ter feito "diligências complementares" para tentar um entendimento. Mas não esclareceu se falou com o PSD Madeira.

"Fui sempre muito claro: o que é bom para o país é o acordo. E nada como ficar claro qual é a alternativa a um acordo. Eu expliquei exatamente o que significava. E até ao momento do começo do debate ainda fiz diligências complementares para ver se se chegava a um entendimento", disse Marcelo Rebelo de Sousa, que falava aos jornalistas ao fim da tarde de terça-feira, na Associação Nacional de Farmácia, em Lisboa.

Recusando especificar quais as diligências feitas, nomeadamente se estas incluíram tentar convencer os deputados do PSD Madeira a chegar a acordo com o Executivo central, o presidente da República reforçou que "antecipar" e "cenarizar" não são funções que cabem ao chefe de Estado e insistiu que é a Assembleia da República que vai tomar decisões, na votação de quarta-feira. O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, manifestou hoje disponibilidade para conversar com António Costa sobre o Orçamento do Estado para 2022 "se for para defender os interesses" da região.

"Os partidos têm a palavra e essa palavra vai até ao último segundo. Mas sinto que fiz o que tinha a fazer. Não se ganha nada em apurar as responsabilidades. A Assembleia da República é quem vai decidir e é tão legítimo decidir de uma forma como de outra. O presidente tem de respeitar", acrescentou Marcelo, que, a seu pedido, recebeu hoje em Belém o eurodeputado Paulo Rangel, candidato à liderança social-democrata.

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