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Ucrânia

Vacinação de refugiados contra sarampo e poliomielite é prioritária

Vacinação de refugiados contra sarampo e poliomielite é prioritária

Quando Portugal já concedeu mais de 14 mil pedidos de proteção temporária a ucranianos, a Direção-Geral da Saúde (DGS) publica este sábado uma norma sobre a vacinação dos estrangeiros. A DGS destaca que "a vacinação é uma das prioridades do programa de acolhimento em matéria de saúde". Devido ao conflito armado que está a destruir o sistema de saúde ucraniano, foram definidas prioridades de vacinação contra o sarampo e contra a poliomielite. E foram emitidas recomendações sobre tuberculose, covid-19 e gripe sazonal.

A norma define as estratégias de vacinação de cidadãos estrangeiros no contexto de proteção temporária e determina que os esquemas vacinais de origem daqueles cidadãos sejam adaptados de acordo com os recomendados em Portugal.

Até esta sexta-feira, 14 598 pedidos de proteção temporária foram concedidos a refugiados vindos da Ucrânia devido à guerra, segundo a última atualização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

"Considerando que existe um maior risco de determinadas doenças evitáveis pela vacinação em países com baixas coberturas vacinais e perante conjunturas disruptivas, como o conflito armado, foram definidas prioridades de vacinação contra o sarampo e contra a poliomielite", explica um comunicado da DGS.

Tuberculose, covid-19 e gripe sazonal

"Adicionalmente, foram ainda emitidas recomendações relativas à vacinação contra a tuberculose, segundo o Programa Nacional de Vacinação, à campanha de vacinação contra a covid-19 e à campanha de vacinação contra a gripe sazonal", refere ainda a direção-geral.

Estas recomendações, segundo destaca a DGS, "cumprem o estipulado no Programa Nacional de Vacinação (Portaria 248/2017; Norma 18/2020), que determina que todas as pessoas presentes em Portugal têm o direito a ser vacinadas de acordo com o previsto no PNV 2020 (Norma 18/2020)".

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A vacinação será efetuada após avaliação do estado vacinal, de acordo com a idade e eventuais patologias de risco ou circunstâncias especiais, devendo ser administradas todas as vacinas consideradas necessárias, sempre que possível. A adesão a estas medidas será promovida junto destes cidadãos através de estratégias comunitárias e individuais de comunicação dirigidas, conclui o comunicado.

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