Oeiras apresenta plano para travar derrocadas e cheias na Ribeira de Algés

Em 2022, ano das últimas grandes cheias em Algés, além de uma vítima mortal, houve desalojados e comerciantes que perderam todo o seu negócio
Foto: Fernando Negrão / Arquivo
Estudo técnico alerta para o colapso de estruturas subterrâneas antigas sob zonas densamente habitadas, com impacto direto em casas e lojas, e perigo em episódios de inundações.
Inundações, prejuízos e até derrocadas em zonas densamente habitadas. São estes alguns dos efeitos que a Ribeira de Algés continuará a provocar na zona mais baixa da vila, se não houver uma intervenção estrutural profunda no troço canalizado daquela linha de água. Para responder a este risco, a Câmara de Oeiras entrega, esta sexta-feira, à ministra do Ambiente o estudo prévio que identifica as situações mais críticas e propõe um conjunto de obras, avaliadas em cerca de 63 milhões de euros.

