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Polícias em alerta com armas feitas em casa com impressoras 3D

Polícias em alerta com armas feitas em casa com impressoras 3D

Europol aproveitou seminário em Portugal para alertar para aquilo que também a PSP diz ser uma "ameaça emergente" com tendência de crescimento. Pistolas semiautomáticas são fabricadas em impressoras com custo a partir de 200 euros e programas que podem ser descarregados de plataformas na Internet.

Por menos de mil euros, é possível imprimir, no aconchego da habitação, uma arma de fogo letal, sem número de série e, portanto, impossível de rastrear pela Polícia. Com programas retirados da Internet, até já há quem construa, com recurso a uma impressora 3D, pistolas semiautomáticas capazes de disparar centenas de rajadas. O alerta foi dado pela Europol, num seminário realizado em Portugal, e a PSP confirma que está atenta ao que classifica como uma "ameaça emergente". O mesmo tipo de ameaça que paira sobre granadas compradas, por menos de cinco euros por unidade, nos Balcãs.

A primeira impressão de uma arma de fogo 3D aconteceu em 2013, mas os modelos iniciais, apesar da capacidade para disparar munição real, apresentavam defeitos. A resistência era um deles. Tanto que, em 2017, num teste feito com o apoio da PSP, a pistola rebentou ao terceiro disparo.

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