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Queixa de Sócrates por burla contra gestores do Espírito Santo arquivada

Queixa de Sócrates por burla contra gestores do Espírito Santo arquivada

Acusação da Operação Marquês levou administradores de insolvência da ESI a exigir 29 milhões de euros ao ex-primeiro-ministro, que se sentiu ofendido.

O Ministério Público (MP) de Lisboa acaba de arquivar uma queixa por burla apresentada por José Sócrates contra os representantes da Espírito Santo International (ESI). Os administradores de insolvência desta holding financeira do Grupo Espírito Santo tinham intentado uma ação cível contra o ex-primeiro-ministro, reclamando 29 milhões de euros, após o MP ter contra ele deduzido acusação na Operação Marquês.

Na queixa-crime, Sócrates acusou os administradores de insolvência da ESI, o advogado Maître Alain Ru Kavina e o auditor Paul Laplume, de moverem a ação cível contra si e outros arguidos da Operação Marquês "de forma falsa e ardilosa". Isto porque se tinham baseado em factos da acusação do Marquês que desconheciam "em absoluto" e que não sabiam nem podiam "demonstrar". O ex-primeiro ministro alegava assim ser vítima de burla processual qualificada.

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