Bebé de mulher que morreu no Amadora-Sintra após cesariana de emergência não sobreviveu

A recém-nascida estava nos cuidados intensivos "com prognóstico muito reservado"
Foto: Arquivo
A filha recém-nascida da mulher de 37 anos que morreu, ontem, no Hospital Amadora-Sintra, depois de um parto de emergência, não sobreviveu, falecendo esta manhã.
Fonte oficial da Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra adiantou à Lusa que a óbito ocorreu cerca das 7 horas, devido ao "estado clínico em que se encontrava".
A instituição "lamenta profundamente" a morte da bebé e da mãe, de 36 anos, e endereça as condolências à família, acrescentou.
A mulher, natural da Guiné-Bissau, encontrava-se grávida de 38 semanas e, de acordo com um comunicado do hospital, dirigiu-se à Unidade Local de Saúde (ULS), na quarta-feira, "assintomática", para uma "consulta rotina, durante a qual foi identificada com hipertensão ligeira".
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"De acordo com o protocolo clínico, a utente foi então referenciada internamente para a Urgência de Obstetrícia, onde, após a realização de vários exames complementares de diagnóstico, teve alta com indicação para internamento às 39 semanas de gestação", refere a nota do hospital.
No entanto, ontem deu entrada no Serviço de Urgência de Obstetrícia, pelas 1.50 horas, transportada por uma equipa do INEM, "em situação de paragem cardiorrespiratória". Após entrar na ULS, foi realizada "uma cesariana de emergência, tendo o bebé nascido às 1.56 horas".
A mulher acabou por morrer e a recém-nascido estava internada nos cuidados intensivos "com prognóstico muito reservado", tendo morrido este sábado de manhã.

