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Inês Cardoso

Noa não morreu sozinha

O caso começou por lançar o debate sobre a eutanásia. Noa Pothoven, uma jovem holandesa de 17 anos, decidiu pôr fim à vida, depois de anos a sofrer de stress pós-traumático, depressão e anorexia, em consequência de repetidos abusos e violações de que foi vítima em criança. "Depois de anos de luta, a minha luta terminou", escreveu ao anunciar que ia morrer. O ministro da Saúde holandês veio entretanto a público esclarecer que a morte de Noa não resultou de um caso legalmente autorizado de eutanásia, remetendo respostas para um inquérito em curso.

Inês Cardoso

Espreitar pela fechadura

Verónica, 32 anos, funcionária na fábrica da Iveco, em Madrid. Há uma semana, a 25 de maio, enforcou-se. Sentiu-se encurralada quando um vídeo sexual gravado cinco anos antes, que circulava há várias semanas entre os colegas, chegou até ao marido. Já tinha procurado apoio dos Recursos Humanos e ponderado fazer queixa na Polícia, mas receou que uma investigação apenas servisse para ampliar o caso. Comentou que já não aguentava os risos e dedos apontados. Não aguentou.