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Rui Sá

Tempos irrespiráveis, outra vez

Nesta altura, dedico sempre o meu texto ao 25 de Abril. Contando experiências pessoais, evocando pessoas que contribuíram para que o 25 de Abril fosse uma realidade, descrevendo exemplos do que eram os tempos da ditadura. Pela importância de uma das nossas maiores realizações como povo, mas, também, para que não se esqueça o seu significado nem o que era o Portugal do fascismo - agradecendo àqueles que, nesses tempos difíceis, tiveram a coragem de dizer não!

Rui Sá

O segundo assassinato de Ihor Homenyuk!

Tive alguma simpatia por Eduardo Cabrita quando, nos tempos da troika, pôs um secretário de Estado na linha, desligando-lhe o microfone porque, evidentemente, no Parlamento há regras a cumprir e mandam os deputados e não o Governo. Como ministro, não gostei da sua atuação, sempre com cara de zangado com o mundo e cometendo diversos erros, quanto mais não fosse de comunicação, ao longo destes anos, em que se tornou o bombo da festa, principalmente dos partidos da Direita.

Rui Sá

E esta, hein?

Separados há alguns anos, decidiram agora formalizar amigavelmente o divórcio. Pesquisaram na net como e onde o fazer. Constataram que o processo era fácil e estava bem explicado nos sítios oficiais, designadamente no Justiça.gov. Verificaram que era possível fazer o agendamento através do portal do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN). E assim fizeram, para a primeira data disponível - para daí a uma semana, o que se pode considerar um prazo bem aceitável. Assim o fizeram e a coisa funcionou bem: receberam um email a comunicar a marcação, confirmaram-na e passaram a ter um código da marcação.