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Rui Sá

Este Porto não é para todos

Na sequência do meu texto "Porto só para ricos?", Rui Moreira decidiu escrever aqui um artigo intitulado "Porto para Todos", onde, entre alguns mimos, procura desmentir-me. Agradeço a deferência com que me distingue. Mas, infelizmente, sobre os factos disse... nada. A base do meu texto eram dados do censos de 2021 referidos pelo Expresso: entre 2019 e 2021 deixaram de viver na cidade 20.031 Tripeiros por não terem capacidade financeira para comprar ou alugar uma casa no Porto.

Rui Sá

O Porto não tem habitação social a mais!

No dia 4 escrevi no JN um texto - "O apartheid habitacional da IL" em que, citando um discurso do deputado Carlos Pinto, da IL, na Assembleia da República, que considerou que os pobres não têm direito a viver nas Avenidas Novas de Lisboa, dava vários exemplos que demonstravam que esta política elitista é, exatamente, aquela que é seguida por Rui Moreira no Porto. No passado dia 6, num texto intitulado "O Donbass habitacional da CDU", o vereador Ricardo Valente procurou responder-me.

Rui Sá

O apartheid habitacional da IL

"Rejeitamos o financiamento pelo Estado central de habitação nas zonas mais caras das grandes cidades. O direito de habitação é um direito humano plasmado na nossa Constituição, mas não é um direito humano viver nas Avenidas Novas. Ninguém tem os seus direitos humanos violados por não poder alugar um T2 no Chiado. Num país onde o interior está cada vez mais desertificado, é até imoral usar dinheiro de todos para financiar a possibilidade de alguns viverem nas zonas mais caras das grandes cidades". Estas são palavras do deputado Carlos Pinto, da Iniciativa Liberal (IL), na Assembleia da República.

Rui Sá

Tempos irrespiráveis, outra vez

Nesta altura, dedico sempre o meu texto ao 25 de Abril. Contando experiências pessoais, evocando pessoas que contribuíram para que o 25 de Abril fosse uma realidade, descrevendo exemplos do que eram os tempos da ditadura. Pela importância de uma das nossas maiores realizações como povo, mas, também, para que não se esqueça o seu significado nem o que era o Portugal do fascismo - agradecendo àqueles que, nesses tempos difíceis, tiveram a coragem de dizer não!