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Manuel Serrão

A dra. Assunção e o dr. Rio não me telefonaram

Gostava de começar por assegurar aos estimados leitores que o título não é nenhuma "fake news". Dá-se até o caso de conhecer pessoalmente tanto a dra. Assunção Cristas como o dr. Rui Rio, mais recentemente a atual líder do CDS, há bastantes mais anos o dr. Rui Rio, com quem até cheguei a fazer "equipa" nas "Conversas de escárnio e mal dizer" da TSF, ainda no tempo de Emídio Rangel. Seja como for é óbvio que nunca nenhum dos dois me ligou, aliás confirmo que eu próprio também nunca telefonei a nenhum deles e embora atravessemos um tempo em que as metáforas e as caricaturas são altamente perigosas, na verdade o título desta crónica não é para ser entendido em termos literais.

Manuel Serrão

Fora da caixa, dentro do Porto

Nos dias que correm está super na moda falar em fazer coisas fora da caixa, ter ideias fora da caixa. Como também não podia estar mais na moda gostar da nova vida da Baixa do Porto, adorar lá andar a passear, às compras, a jantar e a beber um copo pela noite dentro ou muito simplesmente... a ver o movimento. Admito que possa ser considerado apenas mais um desta "corja", (como agora alguns nos tratam), mas na semana passada fui conhecer um espaço que, na verdade, é um surpreendente conjunto de espaços, que é verdadeira e realmente a primeira grande coisa que conheço fora da caixa na Baixa do Porto.

Manuel Serrão

Uma conversa acordada

Esta semana, em conversa acordada com um amigo escritor, que por acaso também tem presença frequente na Imprensa nacional, demos por nós a discutir a diferença que tem existido entre quem se deixa regular pelas novas regras do Acordo Ortográfico e quem insiste em continuar a mover-se no universo da agora chamada antiga ortografia. Também aqui no JN existem alguns textos e crónicas que no seu final advertem os seus leitores de que o autor escreveu segundo essa dita antiga ortografia.

Manuel Serrão

Venham ter connosco aos Aliados

Na última passagem de ano falhei o encontro com o meu amigo Pedro Abrunhosa (e com mais 200 mil pessoas...) na Avenida dos Aliados porque já tinha assumido um compromisso fora da cidade, mais concretamente em Viseu, outra cidade de que também gosto muito, a par do Porto e de Guimarães, para falar só no top 3. Para quem possa estranhar esta minha entrada (na crónica, não no ano de 2019...) esclareço com gosto que uma das novas músicas com que Abrunhosa pôs a Baixa do Porto a dançar no réveillon chama-se exatamente "Vem ter comigo aos Aliados".