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arnaldo martins

Vai correr tudo bem?

Entramos na contagem decrescente para o novo ano letivo. O primeiro ano do chamado "novo normal" ou lá como lhe queiram chamar. O trabalho de casa parece estar feito, mas a prática será, necessariamente, diferente da teoria e é fácil perceber que se aproximam os novos desafios para pais, alunos, professores e funcionários. Como ter distância social numa sala com 28 alunos? Essa é só uma das questões que, por estes dias, atormentam os encarregados de educação e toda a comunidade escolar.

salomé filipe

Todos os caminhos vão dar ao Gerês

As praias do Algarve estão mais desertas, este ano, devido à pandemia e à consequente diminuição do número de turistas. Mas o mesmo não se pode dizer do Gerês, da sua paisagem verdejante e das suas numerosas cascatas. Sem medo dos aglomerados de pessoas, muitos portugueses, entre os quais caras bem conhecidas, rumaram a norte. O resultado está à vista: um ano atípico para a região, onde não faltam o aumento da poluição, muitos acidentes e caos no estacionamento.

arnaldo martins

Manchetes a alta velocidade

E, de repente, meio mundo ficou mais atento ao desporto motorizado, no caso ao motociclismo. Mérito de Miguel Oliveira, que fez história na Áustria, ao vencer o Grande Prémio da Estíria, ainda por cima com nota artística, após uma dupla ultrapassagem na última curva. Um momento épico que voltou a demonstrar que Portugal tem estrelas noutras modalidades, para além do futebol. Daí as manchetes que os jornais (e bem) dedicaram a Miguel Oliveira, que tem agora a responsabilidade de manter a chama acesa e saber lidar com os holofotes. O que, pela amostra, é "peanuts" para o número 88.

Luxo é poder ir ao teatro em agosto

"Nestes tempos de pandemia, em que o medo da proximidade e o perigo da proximidade nos lembrou a nossa fragilidade, o teatro parece que era uma das vítimas designadas deste medo. Porque o teatro faz-se de proximidade, faz-se de público e plateia. Uma espécie de necessidade biológica e espiritual, como dizia Grotowski [diretor de teatro polaco 1933-1999]. E isso foi-nos negado. Agora, que retomamos a nossa atividade, com todas as condições de segurança, com toda a vontade de tirar o medo das pessoas, urjo-vos a virem ao teatro

Jesus ainda é só um Victan

Jorge Jesus foi, por fim, apresentado como novo treinador do Benfica e o que já era uma suspeita mais ou menos consensual, ficou ainda mais claro: Luís Filipe Vieira não quis, simplesmente, um treinador. Ainda por cima, no atual contexto, dias depois de ver o maior rival consolidar o domínio interno. O presidente benfiquista queria (precisava?) mais do que isso: queria um garante, alguém que, no mínimo, seja capaz de ser um ponto de viragem, pelo menos no entusiasmo.

Os "underdogs" da Liga

Fim de festa na mais longa edição da Liga e para a última jornada sobraram as emoções europeias e de quem sobreviveu à descida. Com a questão do título decidida com antecedência, as atenções viraram-se para os "underdogs", os pequenos que desafiaram os grandes e animaram o campeonato, e, nesse contexto, o Rio Ave, de Carlos Carvalhal, acabou por ser mais feliz. Uma festa merecida, obtida no detalhe, que premeia uma equipa com dedo de treinador, que soube sempre interpretar um futebol positivo.

nuno a. amaral

São 15,3 mil milhões, senhores

A discussão em Bruxelas durou desde sexta-feira, mas ao quarto dia houve fumo branco do Fundo de Recuperação da União Europeia, embora as negociações ainda não estejam concluídas. Segundo António Costa, Portugal vai receber 15,3 mil milhões de euros de Bruxelas para combater a crise económica gerada pela pandemia de covid-19, menos 400 milhões do que estava previsto, num pacote total de 390 mil milhões de subvenções para os 27 Estados-membros.